Caso Nº 005O Amuleto
Um museu interditado. Um amuleto que não deveria ser tocado. E a descoberta de que você nunca foi o personagem principal dessa história.
Ler o casoContos de terror sobre maldições antigas, amuletos e dívidas que sempre vencem. Histórias gratuitas de D. Broch.
Toda maldição é, no fundo, uma dívida — e dívida sempre vence, mais cedo ou mais tarde. Os contos de terror sobre maldições e objetos amaldiçoados exploram exatamente essa lógica: um amuleto tocado sem permissão, um pacto antigo esperando ser cobrado, um preço que alguém esqueceu de mencionar antes de aceitar. Publicados gratuitamente toda semana no Casos Esquecidos, esses contos fazem parte do universo de Alguns Casos Devem Ficar Esquecidos, de D. Broch — histórias de terror psicológico e investigação paranormal onde nem todo mundo que sai de uma sala amaldiçoada sai sozinho.
Caso Nº 005Um museu interditado. Um amuleto que não deveria ser tocado. E a descoberta de que você nunca foi o personagem principal dessa história.
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Caso Nº 009Um chaveiro herda da loja do avô uma chave que abre portas para outros lugares, cada uma deixando pra trás um item valioso — até a ganância abrir uma porta a mais do que deveria.
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Caso Nº 011Cinco crianças abrem um poço e ganham cinco presentes amaldiçoados de uma voz gentil demais — décadas depois, o único sobrevivente reúne os objetos e se prepara para ler o bilhete que nunca abriu.
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Caso Nº 017Uma boneca de pano vendida e devolvida sem explicação no bazar da igreja sempre volta pra mesma prateleira — e exige, em troca de silêncio, uma escolha cada vez mais difícil entre bicho e criança.
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Caso Nº 019Uma aliança comprada num brechó que não deveria existir devolve juventude e beleza a quem a usa — mas cada elogio recebido tem um preço que outra pessoa está pagando, sem escolha, até a aliança decidir procurar sua próxima dona.
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Caso Nº 027Um padre sem registro em paróquia nenhuma benze a casa ao contrário, convidando algo de dentro pra fora em vez de proteger — e o filho da família começa a falar latim dormindo, decorando invocação que ninguém ensinou.
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