Caso Nº 002O Apartamento 7
Um aluguel barato demais. Um espelho que veio com o apartamento. E cartas endereçadas a um morto que continuam chegando — escritas em letra que você reconhece.
Ler o casoHistórias de terror psicológico onde a mente é o território do medo. Contos gratuitos de D. Broch, publicados toda semana.
O terror psicológico não precisa de monstro com presas pra assustar — às vezes o medo mais eficiente é a dúvida sobre a própria percepção. Um reflexo que demora um segundo a mais pra se mover. Uma certeza que não devia estar ali. Os contos de terror psicológico publicados aqui no Casos Esquecidos trabalham exatamente nessa fronteira: entre o que a personagem vê e o que talvez não devesse ter visto. São histórias gratuitas, parte do universo de Alguns Casos Devem Ficar Esquecidos, escritas por D. Broch, e publicadas toda semana. Se você prefere terror que fica te perseguindo depois de fechar a aba — que muda o jeito como você olha pro próprio espelho de madrugada — esse é o tema certo pra explorar no arquivo de casos.
Caso Nº 002Um aluguel barato demais. Um espelho que veio com o apartamento. E cartas endereçadas a um morto que continuam chegando — escritas em letra que você reconhece.
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Caso Nº 006Aos trinta e quatro anos, ele tem medo do Homem do Saco — e a criatura começa a aparecer em todo lugar: no corredor de casa, no metrô lotado, na sala de reunião. Foge não é opção quando a fila nunca termina, só troca de nome.
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Caso Nº 018Ela visita os idosos do prédio com tigelas de guisado e um cuidado genuíno — enquanto vizinhos somem um a um e manchas de sangue aparecem nos corredores, sem que ela nunca lembre direito do que aconteceu depois de cada visita.
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Caso Nº 023Uma paralisia do sono que deveria durar segundos se estende sem fim, e a sombra sentada na beirada da cama faz uma pergunta que ela já esqueceu de ter respondido antes: se está dormindo, acordada, ou morta.
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Caso Nº 028Um contato sem nome no celular atende com a voz do pai morto há quatro anos — e cada ligação que ensina a entidade a imitá-lo melhor custa, em troca, uma lembrança real que ela nunca mais consegue recuperar.
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