Caso Nº 004O Grupo
Um link de um contato que não existia. Vídeos noturnos de câmeras que ninguém instalou. E algo que aprende, noite após noite, onde você dorme.
Ler o casoHistórias de terror sobre grupos misteriosos, vídeos que não deveriam existir e o que vive do outro lado da tela. Leia grátis.
O terror mudou de endereço nos últimos anos — hoje ele mora em grupos de mensagem sem nome, em vídeos que chegam de contatos que não deveriam existir, em chamadas que mostram mais do que deveriam. Os contos de terror da internet exploram esse medo bem contemporâneo: a tecnologia que prometia conectar virando o canal por onde alguma coisa entra. No Casos Esquecidos, esses contos são gratuitos, publicados toda semana, e fazem parte do universo de Alguns Casos Devem Ficar Esquecidos, de D. Broch. São histórias pensadas pra quem já ficou com aquele desconforto de ler uma mensagem de madrugada e sentir que era melhor não ter aberto.
Caso Nº 004Um link de um contato que não existia. Vídeos noturnos de câmeras que ninguém instalou. E algo que aprende, noite após noite, onde você dorme.
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Caso Nº 012Um aplicativo duvidoso promete mostrar auras, portais e entidades pela câmera do celular — e continua mostrando, mesmo depois de desinstalado, mesmo a olho nu, para sempre.
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Caso Nº 014O algoritmo sugere adicionar um colega de faculdade desaparecido há cinco anos — e a curiosidade de reencontrá-lo leva a um apartamento onde ninguém mais é exatamente quem parece ser.
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Caso Nº 015Numa central de atendimento noturna, uma operadora começa a ouvir uma terceira voz na linha — sussurrando segredos, prevendo o futuro dos clientes com precisão perfeita, até dizer o nome dela e uma data.
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Caso Nº 024Dois amigos recriam um ritual de internet com antena improvisada e TV sem sinal, achando que era só conteúdo pra vídeo — até a estática formar um símbolo, os celulares descarregarem sozinhos, e algo responder ao chamado.
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Caso Nº 025Duas madrugadas depois de mandar mensagem pro melhor amigo desaparecido há dois anos, ela recebe resposta — e descobre, tarde demais, que a entidade do outro lado está aprendendo a chamar o próximo nome da lista pro lugar onde ele sumiu.
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Caso Nº 028Um contato sem nome no celular atende com a voz do pai morto há quatro anos — e cada ligação que ensina a entidade a imitá-lo melhor custa, em troca, uma lembrança real que ela nunca mais consegue recuperar.
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